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"Regozijai-vos na esperança, sede pacientes na tribulação, na oração, perseverantes" (Romanos 12:12) PDF Imprimir E-mail
Escrito por TLD   
Qua, 12 de Maio de 2010 18:47

Estes três conselhos se entrelaçam e parecem depender do anterior — servindo ao tempo. A pessoa que põe sua alegria na esperança da vida por vir, e suporta suas tribulações com paciência, também está pronta a dedicar-se ao tempo e se vale da oportunidade de marchar com vigor em busca de seu alvo. Sempre que venha ao caso (pois não faz muita diferença se as frases são ou não relacionadas), Paulo primeiro nos proíbe a permanecermos contentes com nossas bênçãos momentâneas, ou a pôr nossa alegria na terra ou nas coisas terrenas, como se nossa felicidade estivesse localizada ali. Ao contrário disso, ele nos convida a dirigir nossas mentes rumo ao céu, para que experimentemos aquela alegria que é sólida e plenária. Se a nossa alegria repousa na esperança da vida por vir, esta esperança gerará em nós paciência na adversidade, visto que nenhum sentimento de pesar será capaz de sucumbir tal alegria. Portanto, estas duas coisas se acham estreitamente relacionadas entre si, ou seja: a alegria que nasce da esperança, a paciência que nasce da adversidade. Somente a pessoa que aprendeu a buscar sua felicidade para além deste mundo, como fim de reduzir e aliviar as asperezas e amarguras da cruz com a consolação da esperança se sujeitará calma e tranqüilamente a carregar a cruz.

Entretanto, visto que ambas estas coisas estão muito acima de nossas forças, devemos permanecer constantemente em oração e invocar continuamente a Deus, para que ele não permita que nossos corações desmaiem e se misturem com o pó, ou sejam destroçados pelas calamidades. Além do mais, Paulo não só estimula à prática da oração, mas expressamente nos intima à perseverança, visto que nossa guerra é incessante e sofremos vários assaltos todo dia. Mesmos os mais fortes dentre nós são incapazes de suportar esses revezes sem freqüente reaquisição de novas energias. Mas a diligência na oração é o melhor antídoto contra o risco de naufragarmos.

(Texto de João Calvino)

 
As Pessoas que Podem Ser Usadas pelo Senhor PDF Imprimir E-mail
Escrito por TLD   
Qua, 05 de Maio de 2010 00:09

A quem Neemias chamou para fazer a obra de reedificação dos muros? Não vemos aqui nenhum pedreiro, carpinteiro ou engenheiro. Não havia nenhum especialista em construções. Para surpresa nossa, participaram sacerdotes, levitas, nobres, servos, ourives, perfumistas, mercadores, seus filhos e suas filhas (cap. 3). As pessoas menos indicadas para uma obra tão importante foram as responsáveis pela restauração dos muros. Esse quadro é muito belo!

Deus quer demonstrar aqui que todos os Seus filhos, sem exceção, especialmente os que se consideram pequenos, desprezados e incapazes, são indispensáveis e importantes na edificação de Sua igreja. A igreja não é edificada por um grupo seleto de pessoas; ela é edificada por todos os seus membros, pois todos são importantes. Todos têm participação comum nessa grande tarefa. Ao chamar-nos para Ele, Deus colocou sobre cada um de nós uma incumbência e responsabilidade a cumprir nessa edificação. Se rejeitarmos essa responsabilidade, estaremos abrindo uma brecha por onde o inimigo poderá entrar. Veja que cada um edificou a porção do muro que lhe cabia. O somatório da execução de cada parte resultou na conclusão de toda a edificação.

Nessa edificação percebemos alguns aspectos importantes. Primeiro, havia cooperação e coordenação entre todos. Há vários versículos que dizem “junto a ele” ou “ao seu lado”. Isso representa cooperação e coordenação. Segundo, havia continuidade na edificação. Várias vezes é citado “depois dele”. Na edificação da igreja não há lugar para individualismo. Fazemos tudo em coordenação e continuidade. Terceiro, cada qual edificou a porção defronte da própria casa. Isso representa a importância de dar atenção à situação espiritual de nossa casa, edificando-a na Palavra e no ensino. A edificação da igreja começa dentro de nossa própria casa, com nosso cônjuge, nossos filhos e nossas filhas. Famílias normais e fortes produzem uma igreja normal e forte. Portanto, é grande nossa responsabilidade de edificar a porção do muro “defronte de nossa casa”.

Toda a edificação foi feita num clima de unanimidade e harmonia. Todos tiveram igual participação, e todos foram responsáveis, cada um por sua porção. Para que eram os muros? Para guardar a cidade do ataque dos inimigos, a fim de preservar a unidade. Portanto, vemos que isso não é tarefa de apenas alguns irmãos que estão na liderança da igreja e da obra do Senhor, mas de todos nós. Todos nós precisamos vigiar e guardar os limites da igreja contra toda investida inimiga. Precisamos vigiar a nós mesmos (nosso falar, nossas ações e nossos pensamentos) e também guardar a igreja de todo fermento espiritual, heresias, doutrinas humanas etc. Todas essas coisas causam grande dano à igreja. Unamo-nos e reedifiquemos os muros!
AMÉM!!!
Todos são importantes na edificação da Igreja, ALELUIA!

Texto extraído do livro “É tempo de reedificar a casa do Senhor” publicado pela Editora Árvore da Vida

Última atualização em Qua, 05 de Maio de 2010 00:51
 
A flecha e a oração PDF Imprimir E-mail
Escrito por Administrator   
Ter, 06 de Abril de 2010 16:44

Em 2 Reis 13:14-19 encontramos uma interessante ilustração sobre a oração. Eliseu disse ao rei de Israel que atirasse flechas contra a terra, e ele o fez apenas por três vezes. Eliseu, então, repreendeu-o dizendo que deveria ter feito aquilo mais vezes, e que, por causa de sua atitude, Deus destruiria seus inimigos apenas por três vezes.

 

A oração é nosso arco para o qual temos flechas ilimitadas. No entanto, muitas vezes, gastamos apenas três flechas em determinado assunto e consideramos já ter orado o suficiente. Talvez sejamos atendidos por Deus, mas certamente será muito menos do que aquilo que Ele tinha para nos dar. Nossa oração precisa ser perseverante até recebermos de Deus a totalidade da benção que Ele tem para nós. Precisamos orar insistentemente até o Senhor atender-nos. Certamente a oração perseverante não é fácil, pois é contraria à nossa disposição natural. Mas sem ela não há caminho para uma vida espiritual vitoriosa.

 

Eliseu repreendeu o rei, dizendo-lhe que, se ele ferisse a terra mais vezes, Deus derrotaria seus inimigos totalmente. Por vezes oramos por alguma dificuldade, mas na primeira vitória obtida desistimos de orar e consideramos o assunto resolvido. Precisamos perseverar até que Deus elimine totalmente os nossos inimigos. Precisamos continuar usando as flechas até que Deus tenha a vitória completa.

 

(extraído do livro “Em Tudo Uma Lição – Base da Vitória”)

 
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