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Nada de aposentadoria! PDF Imprimir E-mail
Escrito por Administrator   
Qua, 06 de Janeiro de 2010 12:49

Você ainda é jovem e não pensa em se aposentar, mas chega uma idade em que as pessoas parecem cansadas de trabalhar e começar a fazer planos para quando se aposentarem: ou porque já atingiram a idade para isso, ou porque já trabalharam pelo tempo mínimo exigido para requerer a aposentadoria. Isso é bem comum.

 

Na vida cristã, porém, aposentaria não existe, nem por idade nem por tempo de serviço. Como afirmamos isso? Na parábola dos talentos, o Senhor Jesus Se comparou a um homem que, ausentando-se do país, chamou seus servos e lhes confiou seus bens: a um deu cinco talentos, a outro, dois e a outro, um. Cada um segundo a sua capacidade (Mateus 25:14-15). Esses servos somos nós. Cada um de nós recebeu pelo menos um talento, e temos de usá-lo, negociá-lo, pois ao voltar o Senhor irá acertar contas conosco. Se multiplicarmos nossos talentos, seremos recompensados; se, porém, não os multiplicarmos, seremos punidos.

 

De acordo com nossa natureza humana caída, temos a tendência de nos acomodar depois de algum tempo. Começamos nossa carreira espiritual em bom ritmo, seguindo o Senhor e servindo-O; porém, com o passar do tempo, achamos que já obtivemos certas vitórias e diminuímos o ritmo. Alguns chegam até a parar. Além disso, talvez pensemos que já trabalhamos bastante para o Senhor e podemos descansar um pouco, ou mesmo nos aposentar, uma vez que já tivemos várias experiências positivas. Veja, porém, o que o Senhor diz em Lucas 19:13: “Chamou dez servos seus, confiou-lhes dez minas e disse-lhes: Negociai até que eu volte”.

 

Essa parábola equivale à parábola dos talentos em Mateus 25. Note a expressão: “Negociai até que eu volte”. O Senhor não determinou nenhum prazo ou tempo. Não há indício de quanto devemos servi-Lo nem por quanto tempo. A volta do Senhor pode estar próxima, contudo temos de aguardá-la negociando os talentos. Esse é um encorajamento para nós, mas também uma advertência: não teremos aposentaria nem descanso ou mesmo “férias”.

 

Temos ainda um incentivo muito grande na Palavra: “Pois será como um homem que, ausentando-se do país, chamou os seus servos e lhes confiou os seus bens [...] a cada um segundo a sua própria capacidade”. É segundo nossa capacidade que o Senhor nos incumbe de servi-Lo. Muitas vezes fazemos comparações e pensamos que determinado irmão é mais capaz do que nós, por isso pode servir mais e assim ser vencedor. Achamos que somos tão incapazes e limitados que jamais receberemos o galardão. Todavia, nos esquecemos de que é segundo a capacidade. Se achamos que certo irmão tem cinco talentos e nós temos apenas um, devemos saber que foi o Senhor que distribuiu assim de acordo com o que podemos suportar. Do que recebeu cinco, o Senhor cobrará dez; de nós, que talvez tenhamos recebido apenas um, Ele cobrará apenas dois. É segundo nossa capacidade!

 

Além disso, o Senhor nos encoraja um pouco mais com o que Ele falou ao servo que recebera um talento e não negociou com ele; antes, o enterrou. Em Mateus 25:27 lemos: “Cumpria, portanto, que entregasses o meu dinheiro aos banqueiros, e eu, ao voltar, receberia com juros o que é meu”. Os banqueiros são os irmãos na vida da igreja, aqueles que podem ajudar-nos a multiplicar o investimento que o Senhor fez em nós. Se nos considerarmos incapazes de fazer muito para o Senhor, não devemos ficar desanimados: temos os banqueiros. Sempre podemos recorrer aos irmãos, servir juntamente com eles e dividir com eles nossa carga. O resultado é que seremos servos bons e fiéis, que serão elogiados e galardoados pelo Senhor quando Ele voltar. Que benção e que encorajamento temos na Palavra!

 

Texto extraído da secção "Corre e Fala a este Jovem" da edição 197 do Jornal Árvore da Vida (www.arvoredavida.org.br/jav)

 
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